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14.09.2007 | 10.30
- Apoio à Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação de S. Miguel
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08.09.2007 | 14.30
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Faça um teste de compatibilidade e salva uma vida
Na comemoração do "Dia da Terra", e sendo a mesma considerada um símbolo de vida, a Escola Básica Integrada de Arrifes, em S. Miguel-Açores, lança junto de toda a comunidade a campanha para doação de medula compatível, no sentido de tentar ultrapassar o sofrimento de um monitor da respectiva escola, Sr. Decq Mota.
Acreditamos que a esperança não morre e queremos contar com cada um de vós para a realização dos testes de compatibilidade.
Este teste consiste apenas numa simples recolha de sangue.
Para a realização dos testes de compatibilidade contactar o site www.chsul.pt ou então procurar no google cedace, afim de preencher o formulário de dadores de medula.
Só depois de efectuado esse registo é que se procederá à recolha de sangue para a análise de eventual compatibilidade com o Monitor.
Instituições de solidariedade social apoiadas pela Câmara
Cerca de três dezenas de instituições particulares de solidariedade social (IPSS) do concelho de Ponta Delgada assinaram ontem, com a Câmara Municipal de Ponta Delgada, os protocolos de cooperação referentes ao programa financeiro de apoio à acção social, que representam cerca de 90 mil euros. Em causa estão instituições de apoio a portadores de deficiência, combate às toxicodependências, associações de apoio às crianças e aos jovens, protecção de consumidores, doentes crónicos, economia solidária e exclusão social.
Desta forma, a ACAPO, a ACRA, a Alternativa, a Arcádia-Associação Juvenil, a Arrisca, a Alzheimer-Açores, a Associação Atlântica de Apoio aos Doentes de Machado-Joseph, a Associação de Obras Assistenciais de São Vicente Paulo, a Associação Portuguesa de Deficientes, a Associação Seara do Trigo, Aurora Social, a CARA- Associação de Alcoólicos Recuperados dos Açores, a Cáritas de São Miguel e o Centro Social e Paroquial de São Roque, foram algumas das instituições apoiadas. Os protocolos de cooperação foram ainda celebrados com o Centro de Terapia Familiar, a Cruz Vermelha, o Instituto de Apoio à Criança, o Instituto São João de Deus, Norte Crescente, Mãe de Deus, associação Novo Dia, Casa do Gaiato, Patronato de São Miguel e Associação para o Planeamento da Família. Na ocasião a presidente da Câmara Municipal, Berta Cabral, fez questão de enaltecer o trabalho desenvolvido pelas instituições em causa, ressalvando que “não há contrapartidas por esse esforço que não seja a gratificação de ver que fizemos alguma coisa a bem dos outros. É isso que todos os dias anima quem está em funções públicas, ao serviço da nossa comunidade”. “Por isso, estamos irmanados nesse espírito de dar e receber muito pouco”, acrescentou. Apesar de referir alguns dos mecanismos de que a Câmara dispõe em termos de acção social, Berta Cabral assegurou que o contributo das referidas instituições é imprescindível para se conseguir minimizar alguns flagelos da sociedade actual. “Deus nos livre se alguma vez deixassem de existir. É essencial e determinante o papel das instituições de solidariedade social num concelho com a dimensão do de Ponta Delgada. Têm um peso e um valor inestimável e inqualificável”, frisou.
Encontro "Manifesto Feminista"
A Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação de S. Miguel a convite da Associação da UMAR-Açores, Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres, esteve presente ontem com três membros da Associação para o Encontro "Manifesto Feminista".
1º. Violência de Género e nas relações de intimidade.
2º. Mulheres, trabalho e poder.
3º. Educação/Formação.
4º. Mulheres Imigrantes.
5º. Mutilação genital feminina (MGF) e outras práticas tradicionais.
6º. Nem vítimas nem escravas-direitos sociais para as mulheres que prestam serviços sexuais.
7º. Tráfico de mulheres/tráfico de seres humanos (TSH).
8º. Saúde e direitos sexuais e reprodutivos.
Neste encontro, estiveram presentes várias associações e partidos políticos o qual foram debatidos vários temas sobre a discriminação da mulher.
Também houve a intervenção da Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação de S. Miguel, alertando a todos os presentes a existência da mulher deficiente, também discriminada na família e na sociedade.
Direito de voto das pessoas com deficiência
No dia 27 de Setembro vão decorrer eleições para a Assembleia da República. Uma vez mais, e não obstante o facto de a Direcção Nacional da APD ter alertado sistematicamente as entidades com responsabilidade nos actos eleitorais para a necessidade de assegurar o direito de voto das pessoas com deficiência, em condições de igualdade às dos restantes cidadãos, este direito não vai ser assegurado em muitos locais às pessoas com deficiência motora e nem à escala nacional às pessoas com deficiência visual.
Disponibilizamos, assim, uma minuta de reclamação para os eleitores com deficiência motora e com deficiência visual, para ser apresentada à mesa da secção de voto. Existem impressos próprios nas secções de voto destinados a reclamações.
Nota: O Artigo 167.º da Lei 14/79 - 16 Maio refere que: "Aquele que, com má fé, apresentar reclamação, recurso, protesto ou contraprotesto, ou que impugnar decisões dos órgãos eleitorais através de recurso manifestamente infundado será punido com multa de 500$ a 10.000$. ", pelo que as reclamações devem ser cuidadosas e devidamente fundamentadas.
Minuta
Exmo. Senhor
Presidente da Comissão Nacional de Eleições
(Nome), portador do Bilhete de Identidade n.º ,emitido pelo Arquivo de Identificação de …, residente na …, vem junto de V. Ex.ª, nos termos e para os efeitos do artigo 99.º da Lei n.º 14/79, de 16 de Maio, apresentar reclamação contra a Câmara Municipal de ….(no caso de eleitores com deficiência motora), contra o Ministério da Administração Interna (no caso dos eleitores com deficiência visual) nos termos e com os seguintes fundamentos:
No dia 27 de Setembro de 2009 não pude exercer o meu direito de voto nas eleições para a Assembleia da República em condições de igualdade às dos restantes cidadãos e nos termos definidos na Lei.
(no caso de pessoas com deficiência motora)
De facto, a secção de voto n.º …, da freguesia …, onde devia exercer o meu direito de voto estava situada num edifício com barreiras arquitectónicas que me dificultava (impedia) de a ela aceder com autonomia.
(no caso de pessoas com deficiência visual)
De facto, os boletins de voto editados a negro impossibilitaram-me de exercer autonomamente o meu direito de voto que, nestas circunstâncias, deixou de ser um voto secreto.
O enquadramento jurídico da situação consubstancia a prática de violação dos direitos políticos consagrados na Constituição da República Portuguesa, na Lei 14/79, de 16 Maio e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, impedindo-me de exercer legitimamente o direito de voto que me assiste
….(local), 27 de Setembro de 2009
(assinatura)
No final de uma reunião na Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes, a candidata social-democrata deixou "todo o apoio" para a construção de mais residências para os utentes da associação e para os pais desses utentes.
No final de uma reunião na Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes, a candidata social-democrata deixou "todo o apoio" para a construção de mais residências para os utentes da associação e para os pais desses utentes.
Berta Cabral constatou que a falta de residências é um dos problemas do "quotidiano" dos utentes da instituição.
Uma carência para a qual há que dar "resposta conjunta" para pais e para utentes, porque "são famílias que se mantiveram unidas e quando os filhos têm 60 anos e os pais 80, não se podem abandonar", salientou.
Uma forma "moderna e contemporânea" de encarar estas responsabilidades, conclui Berta Cabral.
É preciso dar uma resposta conjunta aos problemas das famílias e dos próprios deficientes.
No final de uma reunião na Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes, a candidata social-democrata deixou "todo o apoio" para a construção de mais residências para os utentes da associação e para os pais desses utentes.
Berta Cabral constatou que a falta de residências é um dos problemas do "quotidiano" dos utentes da instituição.
Uma carência para a qual há que dar "resposta conjunta" para pais e para utentes, porque "são famílias que se mantiveram unidas e quando os filhos têm 60 anos e os pais 80, não se podem abandonar", salientou.
Uma forma "moderna e contemporânea" de encarar estas responsabilidades, conclui Berta Cabral.
É preciso dar uma resposta conjunta aos problemas das famílias e dos próprios deficientes.

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